Dário discute estratégias para compras na Saúde com Conasems e representantes de indústrias farmacêuticas

Prefeito de Campinas e presidente do Consórcio Conectar esteve no ComSaude da Fiesp nesta segunda, 17, para apresentar propostas com foco em economia e ampliação da assistência em saúde.

 

reunião Dário na fiesp co conasems e representantes

O prefeito de Campinas e presidente do Consórcio Conectar, Dário Saadi, esteve no Comitê do Complexo Produtivo e Econômico da Saúde e Biotecnologia (ComSaude) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) na tarde desta segunda-feira, 17 de março, onde discutiu estratégias para que municípios brasileiros possam reduzir custos com medicamentos e insumos.

O encontro em São Paulo reuniu o presidente e o secretário executivo do Conasems, Hisham Hamida e Mauro Junqueira, respectivamente; o diretor de mercado e assuntos jurídicos do Sindusfarma, Bruno Abreu; o gerente de relações governamentais da Interfarma, Ícaro Frutuoso; além dos prefeitos de Vinhedo (SP), Dr. Dario, e de Caruaru (PE), Rodrigo Pinheiro, que fazem parte do conselho fiscal do Conectar, maior consórcio público do País em saúde que reúne 1.750 municípios e está ligado à Frente Nacional de Prefeitas e Prefeitos (FNP).

Durante a reunião, Dário debateu com os demais participantes a importância de um dos planos apresentados por ele desde que assumiu a presidência do Conectar, no fim de janeiro, para otimizar recursos e reforçar o SUS. O prefeito foi acompanhado pelo secretário de Saúde de Campinas Lair Zambon e pela secretária-adjunta de Administração Clair de Oliveira.


A proposta

Durante a reunião na Fiesp, Dário ressaltou a proposta do Conectar ser um formulador de compras públicas na área de saúde em larga escala. Na prática, o consórcio passaria a publicar atas de licitação para compra de produtos como medicamentos e insumos hospitalares em grande volume, a partir de uma pré-adesão das cidades interessadas. Com isso, o resultado esperado seria de diminuição de custos para os municípios participantes.

O encontro também permitiu discussões sobre como as indústrias farmacêuticas podem definir as logísticas necessárias para atender demandas de todas as regiões. Os desafios são acessar regiões distantes dos grandes centros urbanos e a forma de lidar com 12 diferentes alíquotas de impostos sobre circulação de mercadorias e serviços (ICMS) pelo Brasil.

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